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» Por que celebrar o Dia Mundial dos Animais?


O Dia Mundial dos Animais é comemorado no dia 04 de outubro, para celebrar a importância dos animais para o ser humano e para a vida no planeta, em respeito ao meio ambiente.

O Dia dos Animais foi uma data inserida pela Igreja, e é comemorado no dia do nascimento de São Francisco de Assis, conhecido por ser o protetor dos animais, e mais recentemente, considerado patrono da ecologia. São Francisco, em todos os tempos, foi o santo que mais entendeu toda a criação de Deus, desde as criaturas inanimadas até os animais mais perfeitos e belos. São Francisco se referia aos animais como irmãos e os chamava-os de "irmõ fera" e "irmã leoa".

Em muitas paróquias são rezadas missas onde os donos podem levar seus animais para receberem uma benção.


OBJETIVOS DA CELEBRAÇÃO DO DIA MUNDIAL DO ANIMAL

  • Sensibilizar as pessoas para a necessidade de proteger e dispensar a atenção aos animais, bem como preservar todas as espécies.
  • Mostrar a importância dos animais na vida das pessoas.
  • Celebrar a vida em todas as suas vertentes, principalmente como criaturas de Deus.

A data foi escolhida em 1931 durante uma convenção de ecologistas em Florença, na Itália. A idéia inicial era a preocupação com os animais em extinção. Com o passar do tempo, com o aprofundamento do estudo da ética e de várias ciências ligadas à natureza, a idéia de certa forma romântica do início, ganhou peso e base científica chegando no momento a ser encarada como uma questão de sobrevivência da humanidade.

Quanto mais o homem explora ou destrói os animais, a natureza responde com o desequilíbrio ambiental. O desequilíbrio vem em forma de enchentes, furações, maremotos, degelos e outras manifestações ambientais. E a fauna e a flora mantêm-se em simbiose, ou seja, em equilíbrio.

Surgem movimentos no mundo todo. Não pregamos a proibição do consumo da carne, mas defendemos um modelo de produção e consumo, mesmo com os argumentos econômicos, mas que adote tecnologias que busquem a preservação.

Num mundo extremamente consumista e capitalista, nós não percebemos que a maximização da produção animal tem o seu preço. As espécies são criadas cada vez mais confinadas, em espaços reduzidos, com alimentação industrializada para produzirem mais, sem perceber o sofrimento dos animais nas fazendas e frigoríficos.

Ter um cão ou um gato em casa é uma prática bastante tradicional. Entretanto, pouco se faz para o controle da natalidade e como consequência, os animais indesejados são abandonados, tornando-se um grave problema de saúde pública.

A falta de preservação ambiental destrói o habitat de várias espécies silvestres, porque estas não encontram um ambiente adequado de moradia, alimentação e reprodução. Em decorrência do novo Código Ambiental, parece que os animais silvestres começam a readquirir o espaço natural.

As comissões de ética têm realizado um grande trabalho em instituições de ensino e pesquisa, limitando o uso de animais de laboratório e cães em experimentos. Não muito tempo atrás, esses animais serviram de cobaias para ensaios laboratoriais em trabalhos e pesquisas, sem o devido critério.

É cada vez maior em todo o mundo o número de defensores dos animais. Pessoas sensíveis, cada uma da sua maneira. Entre os defensores surgem os mais variados grupos. Desde a dona de casa que procura um novo lar para o cão abandonado, jovens que manifestam contrários e indignados com algumas práticas exploratórias da natureza. Há outros que buscam na organização das instituições para obterem força pública e política na defesa dos animais e da natureza. Outros mais ousados que participam de organizações internacionais para defenderem as baleias, focas e outros animais. O que tem em comum a todas essas pessoas e grupos é a “senciência”, isto é, a capacidade de sentirem dor, medo, estresse, memória, alegria, prazer e até saudade. Isto vem a concluir que maltratar, aprisionar, explorar ou matar cruelmente um animal é um crime tão horrendo quanto matar um ser humano. E podemos pensar que, grande parte do lado trágico dos animais é promovida pelo homem.

Por outro lado, quantas pessoas têm num animal sua única companhia e conforto, quantas crianças tem no animal um estímulo para o seu bom caráter. Quantos já foram salvos por animais em desabamentos e catástrofes, quantos são os animais de guarda e de companhia... O bem que os animais proporcionam é imenso ao ser humano. Os animais são seres sencientes, e não máquinas destinadas a servir exclusivamente ao homem.

Se você se sente sensibilizado também, procure uma instituição mais próxima de defesa animal,  ajude e participe dos projetos e programas, que muitas vezes, enfrentam dificuldades para serem desenvolvidos.

Associação de Proteção e Bem-estar Animal Ângelo Picone



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