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» Vamos deter a matança de botos na Amazônia


O governo brasileiro decretou uma moratória para a comercialização da piracatinga, cuja pesca é a principal responsável pela caça ilegal do boto cor-de-rosa. Agora, é a vez de a Colômbia, principal destino da piracatinga, ajudar a salvar o boto. A sociedade em defesa dos animais pede às autoridades colombianas que, assim como o Brasil, tomem medidas para proteger esse animal e detenha o comércio da piracatinga.

O icônico boto cor-de-rosa (Inia geoffrensis), cetáceo que povoa os rios da bacia amazônica, está ameaçado. Caçado e morto de forma cruel, sua população está se reduzindo a uma taxa de 10% ao ano.

Isso acontece porque a carne do boto está sendo utilizada como isca para pescar o bagre piracatinga, um peixe exportado principalmente para Colômbia e vendido enganosamente como capaz ou capacete – uma outra espécie. Sem saber, o consumidor colombiano está promovendo indiretamente a matança de botos na Amazônia.

O governo brasileiro deu o primeiro passo para colocar fim à caça ilegal de botos. A partir de janeiro de 2015, a pesca e a comercialização da piracatinga está proibida por cinco anos em todo o território brasileiro. Mas sabemos que isso não é suficiente e que esse peixe pode continuar sendo vendido ilegalmente para a Colômbia.

Para isso, uma petição foi encaminhada à Ministra de Relações Exteriores da Colômbia, María Ángela Holguín Cuellar, que tome medidas urgentes para solucionar a problemática internacional da caça do boto, oferecendo uma resposta em sintonia àquela estabelecida pelo Brasil, que suspende o comércio da piracatinga.

Quanto antes isso acontecer, mais vidas de botos serão salvas na Amazônia. Apoie o fim da crueldade contra o boto rosa detendo a comercialização da piracatinga na Colômbia.



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